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terça-feira, 12 de maio de 2026

Metamorfose da biblioteca escolar


O papel do bibliotecário mudou. para melhor

O bibliotecário do século XXI não é um guardião de livros. É, cada vez mais, um parceiro pedagógico — alguém que colabora com os professores na conceção de atividades, que apoia os alunos na navegação por ambientes de informação complexos e que ajuda a escola a manter a bússola ética num mundo saturado de conteúdo sintético.

Esta mudança de papel exige novas competências: literacia de dados, pensamento crítico face à IA, capacidade de co-planear experiências de aprendizagem. Mas exige também algo mais difícil de definir — uma espécie de coragem pedagógica. A disponibilidade para experimentar, para assumir riscos calculados, para ser parceiro de inovação em vez de guardião do status quo.

E os alunos não ficam de fora. Em várias escolas, são eles próprios quem gere projetos de makerspace, quem mentora colegas e quem participa ativamente na curadoria de recursos digitais. A biblioteca torna-se, assim, um espaço de agência real — não de consumo passivo.

terça-feira, 30 de julho de 2024

Hiperconectados


O século XXI colocou-nos no meio de uma revolução tecnológica que modificou radicalmente a nossa existência social e pessoal. Longe de ser uma mera evolução técnica, a era digital alterou profundamente a nossa autoconcepção e a nossa percepção do ambiente. Este livro, nascido da colaboração e do esforço conjunto da equipe TechPsyLab, mergulha nesta complexa realidade, procurando desvendar o impacto psicológico de viver permanentemente ligado.Desde a influência da inteligência artificial na criação artística até à transformação das nossas relações interpessoais, a paisagem digital remodelou a nossa existência de maneiras profundas e multifacetadas. Os números revelam uma presença sem precedentes da tecnologia na nossa sociedade, mas também apresentam desafios inescapáveis para o nosso bem-estar e a nossa cultura.

Hiperconectados entra no coração desses desafios, explorando a lacuna entre a nossa identidade online e a nossa realidade física, bem como os efeitos psicológicos de viver num mundo hiperconectado. Do phubbing ao FoMO, examinamos os fenómenos emergentes que definem a nossa experiência digital e o seu impacto nas nossas relações e emoções.


 

domingo, 3 de março de 2024

Competências de literacia digital para professores



Competências de literacia digital para professores

As oito práticas ou competências de literacia digital descritas por Jones e Hafner são:

  • A capacidade de pesquisar e avaliar rapidamente grandes massas de informações.
  •  A capacidade de criar caminhos de leitura coerentes através de coleções complexas de textos vinculados.
  •  A capacidade de fazer conexões rapidamente entre ideias e domínios de experiência amplamente díspares.
  •  A capacidade de tirar e editar fotos e vídeos digitais. 
  • A capacidade de criar documentos multimodais que combinam palavras, gráficos, vídeo e áudio.
  • A capacidade de criar e manter perfis online dinâmicos e gerenciar redes sociais online grandes e complexas.
  •  A capacidade de explorar e navegar em mundos online e de interagir em ambientes virtuais.
  •  A capacidade de proteger os dados pessoais de serem usados ​​indevidamente por terceiros. (Kindle Loc. 262)

terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Los secretos, la ciencia y el arte de enseñar con tecnología

quarta-feira, 30 de agosto de 2023

“As crianças precisam de uma educação humana”


 “O ecrã não contribui para o bom desenvolvimento das crianças pequenas. Muito pelo contrário. Os neuromitos, alimentados pelas empresas que comercializam produtos dirigidos a um público infantil, afastaram‐nos da realidade da aprendizagem das crianças”. Palavras de Catherine L’Ecuyer, especialista em Educação e Psicologia e autora do livro “Educar na Realidade”, do qual publicamos o excerto “Ecrãs na primeira infância”.  
(...)
Para um bom desenvolvimento das suas personalidades, nos seus primeiros anos as crianças pequenas precisam de relações interpessoais com o seu principal cuidador. O tempo passado no mundo virtual é tempo que se retira a essas experiências humanas. O ecrã converte‐se, por isso mesmo, num obstáculo à criação do laço da vinculação. A questão do uso das NT por parte das crianças não se pode reduzir a um “é bom?” ou “é mau?”. Temos de compreender que, quando uma criança está diante de um ecrã, está a deixar de fazer uma série de atividades, algumas das quais podem ser necessárias para o seu bom desenvolvimento e podem oferecer‐lhe mais como pessoa. Não se pode reduzir a questão tecnológica a “não causar demasiado prejuízo”. Temos de nos questionar sobre se a criança sai a ganhar com essa troca.
(...)
Portanto, o ecrã não contribui para o bom desenvolvimento das crianças pequenas. Muito pelo contrário. Os neuromitos, alimentados pelas empresas que comercializam produtos dirigidos a um público infantil, afastaram‐nos da realidade da aprendizagem das crianças.

sábado, 5 de agosto de 2023

Metodologias Ativas e Tecnologias Educacionais Digitais


O livro "Metodologias Ativas e Tecnologias Educacionais Digitais", desenvolvido no âmbito de atividades do Lab T E, sob coordenação de Ana Amelia Carvalho está já disponível através do repositório da Universidade de Coimbra. Será uma excelente sugestão de leitura, para quem deseja inovar no próximo ano letivo!
Participam como autores Ana Amelia Carvalho, Adelina Moura, Célio Marques, Daniela Eduarda Guimarães, Idalina Lourido Santos, Inês Araújo e Sónia Cruz.