sexta-feira, 3 de julho de 2026
terça-feira, 30 de junho de 2026
A Mais bela Maldição
O que podem ter em comum uma baronesa quase centenária da Toscana, um antigo pescador da Póvoa de Varzim, um ex-ministro brasileiro, um gasolineiro dos Açores, um socioeconomista francês a viver em São Tomé, um condutor de camiões do lixo de Bogotá, uma poetisa italiana, um alfarrabista de Rabat, um antigo recluso nova-iorquino e um padre alemão? Uma profunda e incontrariável ligação aos livros, que os levou a dedicarem-lhes toda ou boa parte das suas vidas. São eles e o seu amor por um objeto milenar os protagonistas do novo livro de Rui Couceiro.
Depois de publicar os romances Baiôa sem Data para Morrer e Morro da Pena Ventosa, o autor viajou pelo mundo para conhecer e contar histórias que apaixonarão todos os que, como ele e os protagonistas de A Mais Bela Maldição, adoram os livros e a leitura.
«Uma maravilhosa coleção de histórias literárias. Uma tapeçaria de vidas enfeitiçadas pelas letras. Um colar de histórias escritas lampejo a lampejo. Relatos biográficos que nos convidam a sentirmo-nos, ao mesmo tempo, leitores e protagonistas de sigilosas peripécias humanas em torno da leitura. Uma viagem a esses enigmas e mistérios também chamados bibliotecas pessoais. Com subtileza, inteligência e uma delicada musicalidade verbal, Rui Couceiro traça, de fisionomia em fisionomia, o retrato de todos nós, amantes incorrigíveis dos livros.»
Irene Vallejo
sábado, 27 de junho de 2026
O homem que lia livros
O romance bestseller que comoveu editores, livreiros e leitores em todo o mundo.
Quando tudo parece desaparecer, há um último refúgio de liberdade, esperança e humanidade: uma pequena livraria em Gaza. O romance que comoveu editores, livreiros e leitores em todo o mundo. Entre ruínas e fumo, Julien caminha. Subitamente, para, para fotografar alguém: um velho homem sentado na rua, em frente a uma livraria, rodeado por pilhas e mais pilhas de livros. Ao apontar a objetiva para ele, o velho livreiro diz-lhe que uma imagem tem por detrás dela mil palavras, uma história, e que, antes de se deixar fotografar, tem de contar a sua. Assim começa o romance da vida de Nabil, o velho livreiro. Com um chá na mão, Julien ouve a história de um homem que tudo viveu e nada esqueceu: a fuga, a prisão, os filhos, o enorme amor que o unia a eles, a família que perdeu, as pequenas alegrias e o sofrimento. Quando um velho morre, diz o livreiro ao fotógrafo, uma biblioteca inteira arde. Antes que as páginas da sua vida sejam consumidas pelo fogo do esquecimento, Nabil revela-as a Julien, e a nós, em pequenos e comoventes capítulos, polvilhados com referências aos livros que mais ama.
Este é um romance íntimo e poderoso, no qual tudo ganha vida pela literatura. Uma história mais importante do que nunca. Porque mesmo num lugar onde as bombas desejam ter a última palavra, um homem resiste. Porque ele sabe, ele sente que a cada página lida, a cada palavra dita, ele será – e nós seremos – mais livres.
«Um romance profundamente comovente e uma homenagem a quem tudo perdeu.» Libération
«Uma ode aos livros e à leitura.» Télérama
«Este pequeno romance deveria ser lido por todos, independentemente da sua origem e crenças. Benzine é um grande escritor.» Le Parisien
«Um livreiro que se agarra aos livros como a uma boia de salvação. Através dele, toda uma memória coletiva se desdobra. Romance de resistência, mas também declaração de amor à literatura, a história deixa-nos uma pergunta: o que podem as palavras e os livros fazer face à guerra e à opressão?» France 24
«A alma de um povo e de um país que procura resistir à guerra. Uma personagem que parece querer mostrar-nos que ler pode ser o derradeiro ato de resistência. Um livro poderoso.» L’Observateur




