quinta-feira, 26 de março de 2026
quarta-feira, 25 de março de 2026
O Artista
Verão, 1920. Uma casa isolada na Provença. Um pintor lendário. Uma mulher que vive nas sombras. E um estranho que chega em busca de um artista.
Combinando mistério e um romance que arde devagar, O Artista é um retrato in tenso de egos desmedidos, de autodescoberta e do poder da criação. Entre pincéis e pêssegos maduros, entre o silêncio e a febre do desejo, o sol espalha-se como ouro líquido sobre os campos e o ar pulsa com o aroma da tinta fresca. Ettie move-se pela velha casa como uma sombra silenciosa, criando as condições perfeitas para que o génio do artista, seu tio e célebre pintor, Edouard Tartuffe, floresça. Todas as manhãs, lava os pincéis, organiza as tintas, dispõe as telas, cozinha, limpa. Até que chega Joseph, um jovem britânico, aspirante a jornalista, ansioso por entrevistar o mestre recluso.
À medida que o calor se adensa, segredos fermentam como fruta esquecida; o desejo, a liberdade e o perigo confundem-se no mesmo fogo. Ettie, Joseph e Tartuffe giram em torno uns dos outros como planetas em órbita, inexoravelmente ligados, até colidirem num instante de revelação.
Escrito numa linguagem rica e cinematográfica, Lucy Steeds tece uma narrativa plena de texturas e detalhes, oferecendo ao leitor uma experiência sensorial de rara beleza.
terça-feira, 24 de março de 2026
Abertura da Semana da Leitura 2026 em Paços de Ferreira
quinta-feira, 19 de março de 2026
quarta-feira, 18 de março de 2026
Concurso Municipal de Leitura 2026 - Paços de Ferreira
terça-feira, 17 de março de 2026
Concurso Intermunicipal de Leitura "Convence-me" - Fase Municipal - Famalicão
sábado, 14 de março de 2026
sexta-feira, 13 de março de 2026
quinta-feira, 12 de março de 2026
O último avô
Poderosamente inventivo
Magistralmente escrito
Verdadeiramente inesperado
Quando Augusto Campelo, o mais genial escritor português, queima o manuscrito no qual trabalhou durante anos, deixa para trás um mistério: seria o tão esperado romance sobre a experiência traumática da Guerra Colonial, de que tantas vezes falava, mas à qual nunca dedicou um livro? Subsiste a dúvida: o escritor morre uma semana depois.
Resta por isso ao neto — herdeiro do nome e da memória familiar — a missão de descobrir a verdade e de compreender (ou não) o gesto do avô. Mas essa busca arrasta-o sem querer para um terreno bem mais doloroso, que se prende com a fuga e a morte prematura da mãe, cuja ausência é sublinhada há anos por um quarto trancado na casa do avô.
Atravessando a intimidade de três gerações de uma família marcada por perdas, conflitos e paixões, O Último Avô conta a história da relação entre um escritor tirânico e o seu único neto, entre a herança literária e a vida real.
Depois de O Meu Irmão (Prémio LeYa) e Pão de Açúcar (Prémio Literário José Saramago), este regresso arrebatador de Afonso Reis Cabral confirma-o como uma das vozes maiores da literatura portuguesa contemporânea.







