terça-feira, 7 de julho de 2026

Tomada de posse da diretora do AEDAH


Estive, ontem, na tomada de posse da diretora do Agrupamento de Escolas D. Afonso Henriques em Vila das Aves.


 

Mil Sóis Resplandecentes

Li e gostei...

Mil Sóis Resplandecentes passa em revista os últimos trinta anos no Afeganistão através da comovente história de duas mulheres afegãs casadas com o mesmo homem, unidas pela amizade e pela dor proveniente dos abusos que lhes são infligidos, dentro e fora de casa, em nome do machismo e da violência política vigente durante o regime talibã, mas separadas pela idade e pelas aspirações de vida. Um livro revelador, que aborda as relações humanas e as reforça perante reações de poder excessivo e impunidade.

 

sexta-feira, 3 de julho de 2026

terça-feira, 30 de junho de 2026

A Mais bela Maldição

Li e gostei...

O que podem ter em comum uma baronesa quase centenária da Toscana, um antigo pescador da Póvoa de Varzim, um ex-ministro brasileiro, um gasolineiro dos Açores, um socioeconomista francês a viver em São Tomé, um condutor de camiões do lixo de Bogotá, uma poetisa italiana, um alfarrabista de Rabat, um antigo recluso nova-iorquino e um padre alemão? Uma profunda e incontrariável ligação aos livros, que os levou a dedicarem-lhes toda ou boa parte das suas vidas. São eles e o seu amor por um objeto milenar os protagonistas do novo livro de Rui Couceiro.

Depois de publicar os romances Baiôa sem Data para Morrer e Morro da Pena Ventosa, o autor viajou pelo mundo para conhecer e contar histórias que apaixonarão todos os que, como ele e os protagonistas de A Mais Bela Maldição, adoram os livros e a leitura.


«Uma maravilhosa coleção de histórias literárias. Uma tapeçaria de vidas enfeitiçadas pelas letras. Um colar de histórias escritas lampejo a lampejo. Relatos biográficos que nos convidam a sentirmo-nos, ao mesmo tempo, leitores e protagonistas de sigilosas peripécias humanas em torno da leitura. Uma viagem a esses enigmas e mistérios também chamados bibliotecas pessoais. Com subtileza, inteligência e uma delicada musicalidade verbal, Rui Couceiro traça, de fisionomia em fisionomia, o retrato de todos nós, amantes incorrigíveis dos livros.»

Irene Vallejo



 

sábado, 27 de junho de 2026

O homem que lia livros

Li e gostei...