terça-feira, 2 de junho de 2026
quarta-feira, 15 de abril de 2026
sábado, 12 de julho de 2025
sexta-feira, 6 de junho de 2025
segunda-feira, 2 de junho de 2025
sábado, 8 de fevereiro de 2025
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025
Não há livros errados
"Não há livros errados"|Ep. 504 fev. 2025
Como as redes sociais estão a criar uma nova geração de leitores. Autoria de Raquel Morão Lopes. Sonoplastia de Gualter Santos e Luís Franjoso.
terça-feira, 19 de novembro de 2024
sábado, 2 de novembro de 2024
terça-feira, 22 de outubro de 2024
sexta-feira, 18 de outubro de 2024
quarta-feira, 11 de setembro de 2024
sexta-feira, 9 de agosto de 2024
Misericórdia
Li e gostei...
Não são necessárias muitas palavras para apresentá-lo - o diário do último ano de vida de uma mulher incorpora no seu relato o fulgor das existências cruzadas num ambiente concentracionário, e transforma-se no testemunho admirável da condição humana.
Isso acontece porque o milagre da literatura está presente. Nos tempos que correm, depois do enfrentamento global de provas tão decisivas para a Humanidade, esperávamos por um livro assim. Lídia Jorge escreveu-o.
domingo, 28 de julho de 2024
O Ninho da Cotovia
Um livro que se lê num sopro. Começa por levar o leitor a conhecer pessoas e lugares e a prepará-lo para o drama que se aproxima. Narrativa que nos leva a conhecer um Portugal profundo, abandonado e onde a esperança não existe.
Personagens ficcionadas, mas
bem representativas de um Portugal desorganizado e nada preparado para
enfrentar situações limite como esta: o incêndio de Pedrógão Grande.
Personagens que vivem mais do passado, onde foram felizes, do que do presente
que não lhes prepara um futuro risonho.
Deparamo-nos com uma escrita
esculpida da realidade, próxima de um povo que detém um conjunto de palavras e
expressões identificadoras de uma determinada região.
Trespassa na obra “O Ninho da
Cotovia”, um conjunto de temas muito portugueses: a desertificação do interior,
o abandono da família, o excesso de eucaliptos, o álcool como refúgio, a guerra
colonial, a falta de planificação, os segredos familiares, entre outros.
Em suma, uma leitura a não perder, que leva o leitor a vivenciar um momento triste da nossa existência, enquanto portugueses. A autora consegue levar o leitor a viver de perto as angústias da Teresa, do velho José, da Sãozinha, do Manel Tolo, da Ana e de muito outros. Na minha opinião, o ninho da cotovia é uma metáfora daqueles que se metem na vida dos outros, tal como o cuco ocupou o ninho da cotovia, e há aqueles, tal como o velho José, que procuram alterar as coisas, todavia acabam por desistir e acomodar-se "- o filho do cuco não tem culpa. Se apanho o pai, fornico-o".
quinta-feira, 25 de julho de 2024
Ponham-nos a ler
Li e gostei...
A começar pela linguagem, os benefícios da leitura são enormes, conforme comprovam centenas de estudos realizados nos últimos cinquenta anos. Além disso, ler tem também um impacto tremendo na cultura geral, nos resultados escolares (incluindo na matemática), no sucesso profissional, na mobilidade social, na atenção, empatia e saúde física e mental.
Neste livro, a leitura surge como a base que permite à criança desenvolver os três pilares da sua essência humana: aptidões intelectuais, competências emocionais e habilidades sociais. Michel Desmurget mostra-nos ainda que, apesar dos esforços dos media para nos convencer do contrário, os jovens não só leem cada vez menos, como leem cada vez pior. Segundo ele, saber ler é mais do que decifrar o alfabeto e juntar letras e sílabas - é preciso que a criança compreenda e interprete o que está escrito. Só assim poderá aprender a compreender o meio em que está inserida. O papel dos pais é, por isso, fundamental, cabendo a estes estimular nos filhos o gosto pela leitura mediante as estratégias apontadas pelo autor.
Face à sedução crescente dos ecrãs que tanto prejudicam o desenvolvimento dos nossos filhos, tanto a nível intelectual e cognitivo como físico-motor, Michel Desmurget apresenta-nos a leitura como a única forma de resistência possível ao avanço incontrolável do digital, num livro absolutamente imprescindível para pais e educadores.
domingo, 9 de junho de 2024
A Gorda
sexta-feira, 7 de junho de 2024
Os jovens portugueses leem livros? 40% mais de 5 por ano
Um novo estudo do BNP Paribas “Consumo de Cultura pelos jovens Portugueses”, realizado pela Universidade Católica Portuguesa, vem confirmar que a leitura faz parte da vida dos jovens: 40% dos inquiridos afirma ler mais de 5 livros por ano, enquanto 86% dos jovens assegura que leu um livro no último ano. Além disso, 50% escolhe a leitura como ocupação de tempos livres.
Em comparação com os jovens até 24 anos, uma maior percentagem dos participantes com 25 anos ou mais declararam no último ano ter lido livros (88.2% vs. 83.7%), revistas (56.2% vs. 47.2%) e jornais (61.5% vs. 55.7%).







