quarta-feira, 29 de julho de 2026

O século dos imbecis

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«Que tipo de humanidade defenderemos se permitirmos que alguém explore exactamente o enfraquecimento do outro, ao invés de o potenciar ao seu melhor, proporcionando-lhe, em todas as ocasiões, ferramentas para que esplendore o mais possível.»

A hipótese de um homem morrer de burro não seria tão controversa se não fosse evidente o fascínio que multidões revelam pela ignorância, bem mais do que pela maravilha da sabedoria e sensatez.
Atravessamos o século da informação, mas parecemos resistir ao conhecimento. Como se o lúdico e o torpe definissem afinal o propósito dos colectivos que perdem a vergonha perante a folia de não saberem nada.
Agilulfo, um marquês em tempo de República, abrilhanta quando sobe a montanha e emburrece quando desce. Por sinal, a tentação de o descer é maior do que a de o subir. A pequena vila vive em torno do estranho homem que, sem fazer mais do que cuidar de sua grande casa, está no centro dos interesses de toda a gente.
Entre o riso e o espanto, o absurdo e a mais nítida representação da esperança e da falha humana, a vida passa inteira por aqui.

 

Mote - MIBE 2026


Outubro é o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE),  uma celebração anual das bibliotecas escolares em todo o mundo, uma oportunidade para darem a conhecer o trabalho que desenvolvem e mostrarem que não são apenas um serviço, mas um centro nevrálgico vital nas escolas. A chamada à ação é da IASL (International Association of School Librarianship).

Em Portugal, o Dia da Biblioteca Escolar assinala-se na quarta segunda-feira do mês de outubro, em 2026, dia 26/10.

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segunda-feira, 20 de julho de 2026

As Cinco Mães de Serafim

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O que é uma família?

Foz do Douro, 1923. Nasce Maria Virgínia Landim da Silva, em casa imponente da alta burguesia. Demonstra desde criança uma personalidade vincada, a firmeza de um propósito, um sentido de missão.
Foz do Douro, 2023. O maestro Miguel Serafim, filho de Maria Virgínia, aguarda com ansiedade o reencontro com um amigo de adolescência que não vê há décadas. Abraçam-se, emocionados. Têm de preparar a celebração de um aniversário muito especial. E assim começamos a percorrer uma história que se estende por um século.

Há paixões, fé e mentiras, numa galeria de personagens inesquecíveis. Juras e traições. Segredos tão fundos e inconfessáveis que nos fazem regressar constantemente à pergunta: o que é uma família?

Em múltiplos cruzamentos entre o Porto, o Minho, a Galiza e Trás-os-Montes, o romance viaja entre o nevoeiro de um passado doloroso e a força terna da união de três amigos de infância.

Talvez a amizade seja um outro nome para família.
Talvez a amizade seja um outro nome do amor.

 

terça-feira, 14 de julho de 2026

Visita de Trabalho à Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira


Acompanhei, ontem, o Grupo de Trabalho das Bibliotecas de Famalicão numa visita à Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira e também à biblioteca escolar da EB2,3 Professor Doutor Carlos Alberto Ferreira de Almeida em Santa Maria da Feira. Foi um excelente convívio partilhado com a equipa da biblioteca municipal Camilo Castelo Branco, professores bibliotecários, elementos das equipas das bibliotecas escolares e assistentes operacionais de todas as escolas do concelho de Famalicão. Grato a todos.




 

terça-feira, 7 de julho de 2026

Tomada de posse da diretora do AEDAH


Estive, ontem, na tomada de posse da diretora do Agrupamento de Escolas D. Afonso Henriques em Vila das Aves.


 

Mil Sóis Resplandecentes

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Mil Sóis Resplandecentes passa em revista os últimos trinta anos no Afeganistão através da comovente história de duas mulheres afegãs casadas com o mesmo homem, unidas pela amizade e pela dor proveniente dos abusos que lhes são infligidos, dentro e fora de casa, em nome do machismo e da violência política vigente durante o regime talibã, mas separadas pela idade e pelas aspirações de vida. Um livro revelador, que aborda as relações humanas e as reforça perante reações de poder excessivo e impunidade.

 

sexta-feira, 3 de julho de 2026

terça-feira, 30 de junho de 2026

A Mais bela Maldição

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O que podem ter em comum uma baronesa quase centenária da Toscana, um antigo pescador da Póvoa de Varzim, um ex-ministro brasileiro, um gasolineiro dos Açores, um socioeconomista francês a viver em São Tomé, um condutor de camiões do lixo de Bogotá, uma poetisa italiana, um alfarrabista de Rabat, um antigo recluso nova-iorquino e um padre alemão? Uma profunda e incontrariável ligação aos livros, que os levou a dedicarem-lhes toda ou boa parte das suas vidas. São eles e o seu amor por um objeto milenar os protagonistas do novo livro de Rui Couceiro.

Depois de publicar os romances Baiôa sem Data para Morrer e Morro da Pena Ventosa, o autor viajou pelo mundo para conhecer e contar histórias que apaixonarão todos os que, como ele e os protagonistas de A Mais Bela Maldição, adoram os livros e a leitura.


«Uma maravilhosa coleção de histórias literárias. Uma tapeçaria de vidas enfeitiçadas pelas letras. Um colar de histórias escritas lampejo a lampejo. Relatos biográficos que nos convidam a sentirmo-nos, ao mesmo tempo, leitores e protagonistas de sigilosas peripécias humanas em torno da leitura. Uma viagem a esses enigmas e mistérios também chamados bibliotecas pessoais. Com subtileza, inteligência e uma delicada musicalidade verbal, Rui Couceiro traça, de fisionomia em fisionomia, o retrato de todos nós, amantes incorrigíveis dos livros.»

Irene Vallejo



 

sábado, 27 de junho de 2026

O homem que lia livros

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terça-feira, 12 de maio de 2026

Metamorfose da biblioteca escolar


O papel do bibliotecário mudou. para melhor

O bibliotecário do século XXI não é um guardião de livros. É, cada vez mais, um parceiro pedagógico — alguém que colabora com os professores na conceção de atividades, que apoia os alunos na navegação por ambientes de informação complexos e que ajuda a escola a manter a bússola ética num mundo saturado de conteúdo sintético.

Esta mudança de papel exige novas competências: literacia de dados, pensamento crítico face à IA, capacidade de co-planear experiências de aprendizagem. Mas exige também algo mais difícil de definir — uma espécie de coragem pedagógica. A disponibilidade para experimentar, para assumir riscos calculados, para ser parceiro de inovação em vez de guardião do status quo.

E os alunos não ficam de fora. Em várias escolas, são eles próprios quem gere projetos de makerspace, quem mentora colegas e quem participa ativamente na curadoria de recursos digitais. A biblioteca torna-se, assim, um espaço de agência real — não de consumo passivo.

domingo, 3 de maio de 2026

O louco de Deus no Fim do Mundo

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«Sou ateu. Sou anticlerical. Sou um laicista militante, um racionalista obstinado, um ímpio inveterado. Mas aqui estou, viajando em direção à Mongólia com o velho vigário de Cristo na Terra, disposto a interrogá-lo acerca da ressurreição da carne e da vida eterna. Foi para isso que embarquei neste avião: para perguntar ao Papa Francisco se a minha mãe verá o meu pai depois da morte e para lhe levar a sua resposta. Eis um louco sem Deus perseguindo o louco de Deus até ao fim do mundo.»

Este é o brilhante início de um livro único que nunca pôde ser escrito, pois o Vaticano jamais abriu as suas portas de par em par a um escritor. Mas, além de singular, este é um livro de plenitude, em que o autor consegue transformar uma proposta invulgar numa história magistral: um thriller sobre o maior mistério da história da humanidade.

Com O Louco de Deus no Fim do Mundo, Javier Cercas regressa à sua linha mais pessoal, conseguindo relacionar as suas obsessões íntimas com uma das preocupações fundamentais da sociedade de hoje: o papel do espiritual e do transcendente na vida humana, o lugar nela ocupado pela religião e a ânsia de imortalidade.


 

quarta-feira, 29 de abril de 2026

As Rosas de Barbacena

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Um romance sobre silêncio, memória e responsabilidade – e sobre o que acontece quando lembrar se torna um ato de justiça.

No Hospital Colónia de Barbacena, onde o esquecimento foi política de Estado, Teresinha é internada grávida e sem defesa. Bernardo, um homem comum, recusa aceitar que o silêncio seja destino dos vivos. Separados por grades, papéis e escolhas irreversíveis, constroem uma ligação feita de cuidado, responsabilidade e promessa.

Quando Bernardo parte em busca da filha de Teresinha – levada ainda criança para longe da mãe –, o romance atravessa cidades, países e tempos, revelando como a violência institucional não termina nos muros que a escondem: prolonga-se nos corpos e transforma a memória num registo que não se apaga. Um romance que confronta, comove e permanece muito depois da última página.


 

domingo, 26 de abril de 2026

A Escócia e a IA nas escolas



O que podemos retirar para o contexto português?

Este documento escocês não é, evidentemente, transponível sem adaptação para a realidade portuguesa. Os enquadramentos legais diferem (UK-GDPR vs. RGPD da UE; incorporação da UNCRC vs. o nosso próprio quadro de direitos da criança), assim como as estruturas de governação educativa. Mas há aspetos que merecem reflexão séria:

A clareza dos princípios é exemplar. Cinco guardrails, formuladas de forma direta, que qualquer professor consegue compreender e aplicar. Não são vagas nem excessivamente técnicas.

A centralidade do professor como profissional autónomo perpassa todo o documento. A IA é uma ferramenta; o juízo profissional é insubstituível.

A inclusão dos direitos das crianças como eixo estruturante — e não como mera referência decorativa — dá ao documento uma consistência ética que vai além da questão tecnológica.

A honestidade sobre o que ainda não sabemos é refrescante. O documento assume explicitamente que a evidência sobre o impacto da IA na educação continua a emergir e compromete-se com revisões regulares.

Finalmente, a abordagem colaborativa — envolvendo governo, sindicatos, autoridades locais, universidades e as próprias crianças — oferece um modelo de governação participada que seria desejável replicar.

Fonte: Jorge Borges


quinta-feira, 23 de abril de 2026

Uma Paixão Simples

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De um lado, uma mulher culta, independente, divorciada e já com filhos adultos.

Do outro, um homem casado, estrangeiro, mais jovem, por quem ela perde completamente a cabeça. E por quem espera, dia após dia.

Se o tema parece trivial, não o é, de todo, o modo como os dois anos que dura esta «paixão simples» são contados: no seu estilo frontal, acutilante, despido de vergonhas e julgamentos, Annie Ernaux desfoca a linha ténue entre ficção e autobiografia e põe na voz da narradora as confidências da história de uma relação que toma conta de tudo, que extasia e rebaixa, fonte da maior felicidade e da mais dolorosa solidão.

Viver algo assim será, talvez, o maior privilégio da existência. Lançado em 1991, Uma Paixão Simples surpreendeu o panorama literário francês, quebrando os estereótipos do romance sentimental pelo seu erotismo e pela sua honestidade. Em 2020, foi adaptado ao cinema por Danielle Arbid.


 

Canva: 6 Ferramentas para Criar Materiais Didáticos Incríveis

domingo, 12 de abril de 2026

O Telegrama

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A 1 de Setembro de 1939, Tolek Klings despede-se da mulher, Klara, e do filho de 2 anos, Juliusz, e junta-se ao Exército Polaco para combater o invasor alemão, prometendo voltar em breve. Mas, para um judeu, a vida no exército pouco difere da vida civil: o antissemitismo grassa e Tolek é atormentado implacavelmente.

Quando a Polónia se rende, Tolek vê-se perante um terrível dilema: fugir para se reunir com a família e protegê-la — correndo o risco de ser fuzilado por desertar — ou permanecer no exército.

Incentivado por Klara, Tolek decide ficar no exército e, nos tempos que se seguem, vive as mais incríveis peripécias, fugindo desde a Hungria até ao Médio Oriente.

É quando está na Palestina, com a guerra a decorrer há mais de ano e meio, que lhe chega um telegrama da mulher, que termina anunciando que está em problemas.

Determinado a salvar a família, mas sem nada poder fazer até a guerra acabar, Tolek acompanha o exército em combate no Egito, Líbia e Itália, numa longa viagem de volta a casa para cumprir a promessa feita à mulher.


 

segunda-feira, 30 de março de 2026

Ele, ela e o paraíso

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Ao longo da vida, Dino Solbiati construiu uma fortuna, tornando-se um grande empreendedor conhecido mundialmente pela sua generosidade e charme.
Como um rei, vive cercado por um grupo de amigos e colaboradores dos quais não prescinde, temendo a solidão. Um dia, já idoso, encontra-se sozinho, sentado numa poltrona e vestido com refinada elegância, num lugar misterioso no meio do nada. Perdido e cansado, adormece. Um leve tagarelar desperta-o e depara-se com a figura esguia de uma senhora idosa: descalça, vestindo um pijama salpicado de estrelas brancas brilhantes, avançando por uma trilha de pequenas nuvens. Ela aproxima-se dele e apresenta-se como Stella Recalcati.

É uma escritora de romances que vive à procura de novas histórias. Explica-lhe que estão ambos no Céu e, curiosa como é, incita-o a falar sobre si próprio.

O que emerge é uma biografia repleta de aventura, intriga e paixão que envolve o leitor na trama de uma existência incrível.


 

quarta-feira, 25 de março de 2026

O Artista

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Verão, 1920. Uma casa isolada na Provença. Um pintor lendário. Uma mulher que vive nas sombras. E um estranho que chega em busca de um artista.

Combinando mistério e um romance que arde devagar, O Artista é um retrato in tenso de egos desmedidos, de autodescoberta e do poder da criação. Entre pincéis e pêssegos maduros, entre o silêncio e a febre do desejo, o sol espalha-se como ouro líquido sobre os campos e o ar pulsa com o aroma da tinta fresca. Ettie move-se pela velha casa como uma sombra silenciosa, criando as condições perfeitas para que o génio do artista, seu tio e célebre pintor, Edouard Tartuffe, floresça. Todas as manhãs, lava os pincéis, organiza as tintas, dispõe as telas, cozinha, limpa. Até que chega Joseph, um jovem britânico, aspirante a jornalista, ansioso por entrevistar o mestre recluso.

À medida que o calor se adensa, segredos fermentam como fruta esquecida; o desejo, a liberdade e o perigo confundem-se no mesmo fogo. Ettie, Joseph e Tartuffe giram em torno uns dos outros como planetas em órbita, inexoravelmente ligados, até colidirem num instante de revelação.

Escrito numa linguagem rica e cinematográfica, Lucy Steeds tece uma narrativa plena de texturas e detalhes, oferecendo ao leitor uma experiência sensorial de rara beleza.


 

terça-feira, 24 de março de 2026

Abertura da Semana da Leitura 2026 em Penafiel


Participei, hoje, na abertura da Semana da Leitura 2026 na Biblioteca Municipal. 


 

Abertura da Semana da Leitura 2026 em Paços de Ferreira


Moderei, ontem, a sessão de abertura da Semana da Leitura em Paços de Ferreira com a presença do padrinho da Semana da Leitura o escritor e mentor André Fernandes.


 

quarta-feira, 18 de março de 2026

Concurso Municipal de Leitura 2026 - Paços de Ferreira



Integrei o júri do Concurso Municipal de Leitura de Paços de Ferreira que decorreu na Biblioteca Municipal de Paços de Ferreira.


 


terça-feira, 17 de março de 2026

Concurso Intermunicipal de Leitura "Convence-me" - Fase Municipal - Famalicão


Integrei, ontem, o júri do Concurso Intermunicipal de Leitura - Fase Municipal que decorreu na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco em Vila Nova de Famalicão:


 

quinta-feira, 12 de março de 2026

O último avô

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Poderosamente inventivo
Magistralmente escrito
Verdadeiramente inesperado

Quando Augusto Campelo, o mais genial escritor português, queima o manuscrito no qual trabalhou durante anos, deixa para trás um mistério: seria o tão esperado romance sobre a experiência traumática da Guerra Colonial, de que tantas vezes falava, mas à qual nunca dedicou um livro? Subsiste a dúvida: o escritor morre uma semana depois.
Resta por isso ao neto — herdeiro do nome e da memória familiar — a missão de descobrir a verdade e de compreender (ou não) o gesto do avô. Mas essa busca arrasta-o sem querer para um terreno bem mais doloroso, que se prende com a fuga e a morte prematura da mãe, cuja ausência é sublinhada há anos por um quarto trancado na casa do avô.

Atravessando a intimidade de três gerações de uma família marcada por perdas, conflitos e paixões, O Último Avô conta a história da relação entre um escritor tirânico e o seu único neto, entre a herança literária e a vida real.

Depois de O Meu Irmão (Prémio LeYa) e Pão de Açúcar (Prémio Literário José Saramago), este regresso arrebatador de Afonso Reis Cabral confirma-o como uma das vozes maiores da literatura portuguesa contemporânea.


 

Inteligência Artificial e Bibliotecas — Novas formas de fazer acontecer


terça-feira, 10 de março de 2026

quarta-feira, 4 de março de 2026

Concurso Municipal de Leitura 2026


Integrei, hoje, o júri do Concurso Municipal de Leitura 2026 que decorreu na Biblioteca Municipal de Santo Tirso.
Parabéns para todos.


 

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Abertura da Semana da Leitura em Santo Tirso



Participei, hoje, na sessão de abertura da Semana da Leitura 2026 na Fábrica de Santo Thyrso. Nesta sessão participaram: a vereadora da cultura, a equipa da Biblioteca Municipal de Santo Tirso, os diretores dos agrupamentos do concelho, os professores bibliotecários, universidades séniores de Vila das Aves e de Santo Tirso, outros professores, alunos, presidentes de junta e outros convidados.