"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...".
Guerra Junqueiro escrito em 1886
Comentário: Lucidamente actual ( só é necessário substituir povo por professor).
quarta-feira, 26 de março de 2008
Ana Benavente e os professores
"Para resolver o défice das contas públicas teria sido necessário adoptar as políticas económicas e sociais e a atitude governativa fechada e arrogante que temos vivido? Teria sido necessário pôr os professores de joelhos num pelourinho? Impor um estatuto baseado apenas nos últimos sete anos de carreira? Foi o que aconteceu com os "titulares" e "não titulares", uma nova casta que ainda não tinha sido inventada até hoje. E premiar "o melhor" professor ou professora? Não é verdade que "ninguém é professor sozinho" e que são necessárias equipas de docentes coesas e competentes, com metas claras, com estratégias bem definidas para alcançar o sucesso (a saber, a aprendizagem efectiva dos alunos)?".
Ana Benavente - Partido Socialista
Comentário: O Partido socialista está vivo!!!
Ana Benavente - Partido Socialista
Comentário: O Partido socialista está vivo!!!
Resposta ao Estatuto...
É o que o M.E. está a pedir...
UMA EXCELENTE FORMA PARA LUTAR CONTRA O ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE!
Estabeleceremos cotas em cada turma:
Em 20 alunos, só daremos 10% de nota máxima, tal como a ministra faz connosco.
Portanto, se houver mais do que 2 alunos que mereçam 5, paciência!
Ficam com 5 os dois melhores.
Mas se um deles faltou mais de 3 dias por doença, terá que ter paciência.
Fica com 4 e sobe o seguinte a aluno-titular.
Os outros cotam-se, proporcionalmente, por aí abaixo.
10% de nível 5 e 20% de nível 4.
O resto vai corrido a 3.
Se uma turma for muito boa e tiver 10 alunos que merecessem 4 e 5, outra vez paciência.
«Nem todos podem chegar a generais», não é?
Dois ficam com 5, quatro com 4 e os restantes terão 3.
Mesmo que, também esses merecessem 5.
Faltaram?
Quem os mandou adoecer a eles ou aos pais?
Quem mandou o carro avariar e chegar tarde uma vez?
Quem mandou o irmão mais novo apanhar sarampo?
É cotas, é cotas!
Não foram os Pais que aprenderam com a ministra que «nem todos podem chegar a general»?
Pois então? Os seus filhos também não!
Publicado por JOÃO Tilly
Comentário: E esta? É uma grande resposta...
Nota: Texto recebido por e-mail.
UMA EXCELENTE FORMA PARA LUTAR CONTRA O ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE!
Estabeleceremos cotas em cada turma:
Em 20 alunos, só daremos 10% de nota máxima, tal como a ministra faz connosco.
Portanto, se houver mais do que 2 alunos que mereçam 5, paciência!
Ficam com 5 os dois melhores.
Mas se um deles faltou mais de 3 dias por doença, terá que ter paciência.
Fica com 4 e sobe o seguinte a aluno-titular.
Os outros cotam-se, proporcionalmente, por aí abaixo.
10% de nível 5 e 20% de nível 4.
O resto vai corrido a 3.
Se uma turma for muito boa e tiver 10 alunos que merecessem 4 e 5, outra vez paciência.
«Nem todos podem chegar a generais», não é?
Dois ficam com 5, quatro com 4 e os restantes terão 3.
Mesmo que, também esses merecessem 5.
Faltaram?
Quem os mandou adoecer a eles ou aos pais?
Quem mandou o carro avariar e chegar tarde uma vez?
Quem mandou o irmão mais novo apanhar sarampo?
É cotas, é cotas!
Não foram os Pais que aprenderam com a ministra que «nem todos podem chegar a general»?
Pois então? Os seus filhos também não!
Publicado por JOÃO Tilly
Comentário: E esta? É uma grande resposta...
Nota: Texto recebido por e-mail.
Professores odiados...
«Um sector gritante de extracção de mais valias de biopoder é o da Educação. Pela natureza do trabalho do professor (material e imaterial), é sempre possível fazer crer em que «modernizar» é igual a «gerir bem» igual a «ensinar bem». O que permite retirar o máximo da «modernização em mais valias materiais e imateriais.Por exemplo, a avaliação dos professores deve ser feita, mas os parâmetros impossíveis impostos pelo ministério, as aberrações nas exigências da assiduidade dos docentes, a quase impossibilidade de obter a nota máxima, as dificuldades extremas em subir na carreira, os estatuto dos avaliadores incompetentes na matéria avaliada, etc. - estão a empurrar os professores para o abandono da profissão e para a reforma antecipada. A Educação sofre um massacre que provoca a fuga dos professores: não é isto um dos objectivos da «contenção», a redução do número dos docentes e dos custos da educação? A racionalidade necessária da avaliação esconde a outra racionalidade imposta pelo défice.
Nisto tudo, uma questão me intriga: porquê tanto ódio, tanto desprezo, tanto ressentimento contra a figura do professor?»
José Gil
Comentário: Os cegos continuam a não querer ver... O problema continua a ser deles!!!
terça-feira, 25 de março de 2008
Portefólio de alunos
Read this doc on Scribd: PORTEFOLIO DE ALUNOS
Nota: Parabéns a quem concebeu este excelente material.
segunda-feira, 24 de março de 2008
domingo, 23 de março de 2008
Revolta dos professores

O que diz José António Saraiva em o Sol
"Ora é impossível fazer reformas no ensino sem a colaboração dos professores.
Pela simples razão de que são eles que terão de as pôr em prática.
O sucesso de uma reforma passa, obrigatoriamente, pelo empenhamento dos professores.
Se, no limite, é possível mudar as leis laborais sem o acordo dos trabalhadores, não é possível mudar a escola sem o acordo dos professores.
Sem professores motivados, realizados e acreditando no seu trabalho, o ensino não mudará".
Sol 15 de Março 2008
Comentário: O pior cego é o que não quer ver.
terça-feira, 11 de março de 2008
sexta-feira, 7 de março de 2008
terça-feira, 4 de março de 2008
Marcha dia 8 de Março
sábado, 1 de março de 2008
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
A Ministra da Educação e o fósforo.
A imagem que melhor espelha esta equipa ministerial é o fósforo a arder. Na verdade quando esta equipa chegou ao ministério anunciou grandes mudanças, aliás propôs-se mudar tudo. Tal como o fósforo quando começa a arder mostra toda a sua potência.
No entanto esta equipa esqueceu-se que não conhecia o funcionamento de uma escola, fosse ela do primeiro ciclo ou do ensino secundário passando pelo segundo e terceiro ciclos. Pois a senhora ministra e os seus subordinados vieram do ensino superior.
Começou, então, a apalpar terreno visitando algumas escolas, onde pensou ter encontrado a solução para todos os problemas. Em cada visita descobriu uma novidade e logo seguir mandou que todas as escolas trabalhassem dessa forma ( ex: as aulas de substituição ). Esqueceu-se a dita equipa que há diferentes realidades a nível nacional e os problemas começaram a surgir, foram-se avolumando. Tal como o fósforo à medida que vai ardendo vai perdendo a sua intensidade.
A seguir o ministério começou a enfrentar os professores, primeiro com o novo estatuto da carreira docente, depois com a avaliação e, finalmente, com a gestão e administração das escolas.Tudo isto foi aprovado pela maioria do partido do governo, somente. Esqueceu-se de um princípio sagrado: as mudanças fazem-se com os professores e não contra os professores. Assim, começou por excluir os sindicatos, representantes da classe docente, das grandes questões que afectam a classe. Criou, em seguida, um órgão para substituir os mesmos sindicatos, conhecido como Conselho de Escolas, onde estão os representantes dos conselhos executivos, que se representam a si e não aos professores e dizem à senhora ministra o que ela quer ouvir: queremos mais poder. Tal como o fósforo perde intensidade à medida que se aproxima do fim, também a equipa ministerial está a chegar ao fim.
Em suma, o fósforo depois de ter ardido todo não vale para mais nada, o mesmo se passa com esta equipa, que depois de ter feito tão mal aos professores e à educação, valerá tanto como o fósforo ardido - nada.
A. Serip
No entanto esta equipa esqueceu-se que não conhecia o funcionamento de uma escola, fosse ela do primeiro ciclo ou do ensino secundário passando pelo segundo e terceiro ciclos. Pois a senhora ministra e os seus subordinados vieram do ensino superior.Começou, então, a apalpar terreno visitando algumas escolas, onde pensou ter encontrado a solução para todos os problemas. Em cada visita descobriu uma novidade e logo seguir mandou que todas as escolas trabalhassem dessa forma ( ex: as aulas de substituição ). Esqueceu-se a dita equipa que há diferentes realidades a nível nacional e os problemas começaram a surgir, foram-se avolumando. Tal como o fósforo à medida que vai ardendo vai perdendo a sua intensidade.
A seguir o ministério começou a enfrentar os professores, primeiro com o novo estatuto da carreira docente, depois com a avaliação e, finalmente, com a gestão e administração das escolas.Tudo isto foi aprovado pela maioria do partido do governo, somente. Esqueceu-se de um princípio sagrado: as mudanças fazem-se com os professores e não contra os professores. Assim, começou por excluir os sindicatos, representantes da classe docente, das grandes questões que afectam a classe. Criou, em seguida, um órgão para substituir os mesmos sindicatos, conhecido como Conselho de Escolas, onde estão os representantes dos conselhos executivos, que se representam a si e não aos professores e dizem à senhora ministra o que ela quer ouvir: queremos mais poder. Tal como o fósforo perde intensidade à medida que se aproxima do fim, também a equipa ministerial está a chegar ao fim.
Em suma, o fósforo depois de ter ardido todo não vale para mais nada, o mesmo se passa com esta equipa, que depois de ter feito tão mal aos professores e à educação, valerá tanto como o fósforo ardido - nada.
A. Serip
Ministra da Educação rima com
Confrontação, frustração, confusão, deseducação, desilusão, diversão, atrapalhação, distracção, desmotivação, insatisfação, incorrecção, substituição, desorganização, saturação, aversão, animação, complicação…
Desafio: Continua este desabafo…
A. Serip
Desafio: Continua este desabafo…
A. Serip
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
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