As redes sociais e a inteligência artificial podem chegar aos mais novos através do mesmo ecrã, mas colocá-las no mesmo saco é um erro. Daniel Susskind, economista e especialista no impacto da tecnologia no emprego e na sociedade, defende que o acesso dos jovens às redes sociais deve ser limitado, ao mesmo tempo que as escolas deveriam ensinar os alunos a utilizar ferramentas como o ChatGPT.
Em entrevista ao ‘El Confidencial’, o investigador de Oxford e Stanford e professor no Gresham College defende mesmo que cerca de um terço do tempo educativo deveria ser dedicado a aprender a utilizar inteligência artificial de forma eficaz e crítica.
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“Se acedem às redes sociais, devemos limitar o uso. Se as utilizam para aprender, isso pode ser muito positivo”, sustenta.
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“Proibir o ChatGPT nas salas de aula seria um erro grave”
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Se tivesse de apresentar hoje recomendações aos governos, Susskind escolheria três prioridades.
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A primeira seria reforçar leitura, escrita, matemática e pensamento crítico. A segunda, ensinar e avaliar os alunos tanto com tecnologia como sem ela. E a terceira seria abandonar a ideia de que todos os ecrãs e todas as tecnologias têm os mesmos efeitos.

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