domingo, 23 de dezembro de 2018

Marguerite e François

A ler com atenção...

"Às vezes descobrem-se coisas bem interessantes no Facebook – e foi completamente por acaso que dei com um vídeo belíssimo de meados dos anos 1960, no qual a grande escritora francesa Marguerite Duras entrevista o pequeno François, de 7 ou 8 anos, e este lhe dá respostas fascinantes. Era uma época em que a televisão ganhava terreno aos livros e já se preocupavam os intelectuais com o que poderia acontecer à cultura com o protagonismo alcançado em tão pouco tempo pela «caixa mágica». Mas, quando Duras pergunta a François, que é extremamente sério e expressivo, se ele prefere ler uma história ou ouvi-la na televisão,o rapazinho é categórico: lê-la. E porquê? Justamente porque, ao ler, ele é parte activa, faz parte integrante do projecto, e não sujeito passivo, como acontece quando é meramente um espectador e ouve alguém contar-lhe uma história. Este pequeno François deve ter hoje a minha idade – e deve estar, como eu, a perguntar-se por que raio tanta gente hoje prefere exactamente o contrário, ficar parado, quieto, à espera que os outros lhe dêem tudo feito… Um vídeo extremamente actual: basta substituir a televisão pelas novas tecnologias, e é tudo verdade. Deixo-vos o link:"



sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

PDF Editor

O software Icecream PDF Editor apresenta-se como uma solução simples, criada a pensar no utilizador comum e, acima de tudo, completamente gratuita.


Este software tem um design simples, limpo e intuitivo, e é composto por 2 modos de funcionalidades, Editar e Anotar, nos quais é possível fazer todo o tipo de edições.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

IAN: Uma história que nos vai mobilizar

A curta-metragem, que está a concorrer ao Óscar de 2019, é uma história memorável sobre a formação de crianças sensíveis, solidárias e livres de preconceitos..
A curta-metragem, criado pela produtora de Juan José Campanella para a Fundação IAN, procura influenciar positivamente o modo de se relacionar com as pessoas portadoras de deficiências especiais, para valorizar as diferenças, respeitar, lutar e construir uma sociedade mais inclusiva e solidária. Desta forma, é possível aumentar o poder das histórias como elementos-chave para a mudança cultural e a evolução da sociedade.