quarta-feira, 16 de julho de 2008
Distribuição do serviço lectivo 2008/09
terça-feira, 15 de julho de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Segunda fase dos exames nacionais
A segunda fase dos exames nacionais do secundário arranca hoje, com a prova de português do 12º ano, e termina no próximo dia 18, sendo os resultados afixados a 30 de Julho.
Segundo dados avançados pelo Ministério da Educação, 157.718 alunos do secundário (menos 11.849 do que em 2007) inscreveram-se este ano para fazer exames, dos quais 96.953 são candidatos ao Ensino Superior.
Seguindo uma tendência recorrente nos anos anteriores, inscreveram-se mais quase 20.000 raparigas (19.956) do que rapazes.
Diário Digital / Lusa
sexta-feira, 11 de julho de 2008
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Razões para o naufrágio no exame de Português
"Os Resultados são explicáveis à luz de 3 variáveis chave destes resultados:
a) a Prova tecnicamente mal elaborada na sua relação com o programa;
b) os critérios de correcção/classificação;
c) a intensa (às vezes, imensa) subjectividade dos classificadores -reforçada por questões ambíguas e pretextos dispensáveis.
A escassa fiabilidade das classificações e a validade problemática podem ameaçar mortalmente os exames. Se não se perceberem as causas dos problemas nunca mais se acerta na solução".
terça-feira, 8 de julho de 2008
Prova de Português foi confusa e duvidosa...
segunda-feira, 7 de julho de 2008
O Presidente do Conselho Executivo e o tempo
quinta-feira, 3 de julho de 2008
A Ministra que quer ficar na História sem história...
Li no jornal Público ( de 02.07.2008) que:
O Ministério da Educação teve uma ideia brilhante - Educação inaugura galeria para lembrar os seus quase 100 ministros.
E continua:
"Foi em 1870 que foi criado o Ministério dos Negócios da Instrução Pública. Em 138 anos de história, quase uma centena de ministros (93 até agora) foram titulares da pasta da Educação. Os retratos de todos estão desde hoje expostos no átrio do Ministério da Educação (ME), na 5 de Outubro, em Lisboa, numa espécie de reconhecimento aos que com “saber, esforço e sofrimento ajudam a construir o futuro deste país”, justificou a actual ministra, Maria de Lurdes Rodrigues
A inauguração da “galeria dos ministros da Educação” realizou-se hoje e justifica-se ainda mais “num país que nem sempre é grato, que nem sempre tem boa memória e que é pessimista”, declarou Maria de Lurdes Rodrigues, num átrio cheio de ex-titulares da pasta e ex-secretários de Estado; o ambiente da reunião, com tantos abraços, saudades e recordações, fazia lembrar uma reunião de antigos alunos.

Coube a Veiga Simão (1970-74) descerrar os panos que cobriam os painéis, felicitar a ministra pela ideia simbólica que valoriza “o amor à pátria e a confiança no futuro” e desejar que o retrato de Maria de Lurdes Rodrigues só venha a integrar a galeria em 2009, no final do seu mandato.
Se assim for, Rodrigues entrará para a história da democracia como a ministra que mais tempo se manteve à frente da pasta. Dos 25 ministros que por lá passaram desde o 25 de Abril, só dois – Roberto Carneiro (1987-91) e Marçal Grilo (1995-99) – cumpriram o mandato. E será com “orgulho” que figurará na galeria onde estão outros governantes que não aguentaram mais do que uns meses, como foi o caso da sua antecessora, Maria do Carmo Seabra (2004-05)".
Comentário: Ao princípio fiquei indiferente a esta notícia, depois pensei: esta ministra quer afinal ficar na História. Não lhe chegava o péssimo trabalho que tem feito, e por isso será lembrada, tem, agora, esta ideia bombástica de se colocar na galeria dos ministros da educação. Só assim será lembrada ou não.
Se a ideia parece positiva, não o é por ter vindo de onde veio e no momento em que chegou.
sábado, 28 de junho de 2008
A autonomia das escolas é uma miragem...
"Partindo das escolas, dos professores, dos alunos e das famílias que existem, importa criar mecanismos de apoio externo à autoregulação e à melhoria do desempenho de escolas e professores. Para serem positivamente diferentes, construindo respostas educativas adequadas à singularidade dos seus públicos e dos seus contextos, as escolas precisam de real autonomia e não de mais controlo. A segunda condição é a de reconhecer a importância decisiva dos professores, promovendo situações de crescente valorização objectiva e subjectiva da profissão docente. Incentivar o potencial criativo dos professores e das escolas implica reconhecer a pertinência de infringir regras estabelecidas, inventando práticas novas. Só um saber que provenha do interior do campo profissional pode alimentar a construção de “respostas diferentes para alunos diferentes”. Inovar sob tutela é um paradoxo e uma impossibilidade."



