sábado, 6 de janeiro de 2018

Recursos educativos digitais


O CCTIC de Santarém disponibilizou recentemente vários Recursos Educativos Digitais, através dos quais os alunos podem aprender conteúdos de um modo lúdico, divertido, inovador e tecnológico, através dos seus dispositivos móveis.
As 13 novas apps apresentadas no site do CCTIC de Santarém cobrem uma diversidade de temas, nomeadamente a História dos Descobrimentos Portugueses, Fábulas e Contos Tradicionais da Europa, Ciências e Tecnologia e Segurança na Internet.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Professores preferem áreas urbanas

https://www.frasesparaface.com.br/frases-professores/
Quanto aos professores, não há indicadores que permitam avaliar a qualidade do corpo docente, mas sim a sua experiência. E quanto mais se avança nos níveis de ensino, maior é a concentração de professores do quadro nas áreas metropolitanas e na faixa litoral a norte do Tejo. No 1.º Ciclo, por exemplo, os docentes do quadro mais jovens tendem a concentrar-se nas áreas mais urbanizadas, enquanto nas zonas rurais predominam os docentes com mais idade e tempo de serviço “ancorados em contextos locais que não propiciam a renovação”. No 3.º Ciclo e no Secundário, os professores do quadro mais experientes tendem a concentrar-se nas áreas metropolitanas e na faixa litoral. “O mesmo padrão domina a distribuição espacial dos professores contratados, no que respeita ao seu tempo de serviço”, refere-se. 

Verifica-se, deste modo, “um duplo efeito de discriminação das escolas”. Por um lado, sobretudo nos ciclos de escolaridade mais elevados, os professores procuram zonas mais urbanizadas, mais próximas do litoral, onde estão as escolas com melhores desempenhos; e, por outro, as famílias seguem no mesmo sentido, ou seja, preferem escolas nas áreas urbanas e escolas mais reputadas, em detrimento das que se encontram em contextos sociais periféricos e mais desfavorecidos. 


“A partir desta constatação, diríamos que estamos perante frágeis culturas de escola – das que conseguem construir uma marca distintiva – e uma forte cultura escolar, comum à maior parte dos agrupamentos selecionados para a amostra, fortemente sustentada e condicionada pelo poder regulatório da administração educativa”. O que permite fazer observações. “Nesta perspetiva, a ideia de autonomia das escolas, assente no desenvolvimento de culturas organizacionais próprias, parece ainda uma quimera, que uma abundante retórica alimenta.” 

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Boas Festas

O blogue Ocular deseja a todos aqueles que por aqui passam:


Hoje é dia de ser bom. 
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças, 
de falar e de ouvir com mavioso tom, 
de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças. 
É dia de pensar nos outros – coitadinhos – nos que padecem, 
de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria, 
de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem, 
de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria. 

(...)
Dia de Confraternização Universal, 
dia de Amor, de Paz, de Felicidade, 
de Sonhos e Venturas. 
É dia de Natal. 
Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade. 
Glória a Deus nas Alturas. 

António Gedeão, in 'Antologia Poética'

domingo, 17 de dezembro de 2017

App Quik


Quik é um editor de vídeo muito intuitivo que nos permite criar vídeos originais e muito criativos. Só é preciso escolher um tema, personalizá-lo, selecionar as fotografias ou vídeos, a música e compartilhá-lo ou descarregá-lo. Está disponível para iOS e para Android.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Alunos ensinam tecnologias aos professores

https://goo.gl/images/GZEVW1
O modelo de ensino da Finlândia é considerado um dos melhores do mundo e a sua vertente inovadora permite apostar em géneros de educação bem diferentes. Desta vez, é notícia que nestas escolas os papéis estão a ser invertidos, com os alunos a ensinarem os professores em temas como a tecnologia de informação e comunicação.

À BBC, Pasi Majasaari, diretor da escola Hämeenkylä, em Vantaa, explica que “as crianças e adolescentes aprendem a lidar com novas tecnologias e aplicações de maneira muito mais rápida do que nós, adultos”, principalmente por não terem “medo de tentar coisas novas”.


                              

Ciência em Linha em Gondomar

O projeto "Ciência em Linha" foi apresentado no 9º Encontro de Bibliotecas Escolares de Gondomar que decorreu na Escola Secundária de Rio Tinto, no dia 17 de maio de 2014.

Ciência em Linha

Apresentei, no dia 7 de dezembro de 2014, o projeto Ciência em Linha no 7º Encontro de Bibliotecas que decorreu na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco integrado no painel "A Biblioteca Escolar e os novos ecrãs", moderado pela professora bibliotecária Maria José Pereira.

domingo, 26 de novembro de 2017

Da biblioteca híbrida à biblioteca ubíqua


Dinamizei, ontem, o workshop "Da biblioteca híbrida à biblioteca ubíqua" na Escola Camilo Castelo Branco em Famalicão,  no âmbito do X Encontro de Bibliotecas de Famalicão que decorreu no dia 24 e 25 em Vila Nova de Famalicão.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Telemóvel é uma ferramenta extraordinária numa sala de aula

David Sousa, vice-presidente da Associação Nacional de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), defende, em entrevista na TVI24, que os "smartphones" têm um potencial enorme para o ato educativo.

domingo, 19 de novembro de 2017

Mais atenção a quem se esforça por aprender a ler

Uma entrevista a não perder...

É importante o leitor sentir o que sentem as personagens?
É muito importante. Os leitores devem partilhar as emoções com as personagens da história que estão a ler. Se uma personagem está preocupada, o leitor deve ficar preocupado; se a personagem está em perigo, o leitor deve sentir o coração a bater mais depressa; os leitores devem estar, de certa forma, apaixonados pelas personagens. Se a história é assustadora, o leitor deve sentir (olha para a direita e para a esquerda), deve sentir medo [risos]. É isso que importa e é isso que nos envolve com a história de forma a não querermos que o livro acabe depressa. Queremos continuar. E o melhor é quando o leitor acaba o livro e pensa: “Quando é que vou poder ler mais um livro como este?”.
(...)
Voltemos ao tema dos livros longos. Preocupa-o que um livro longo afaste leitores? Os hábitos de leitura das novas gerações preocupam-no, estarão as crianças a ler menos?
Não penso que as crianças estejam a ler menos. Não acho que as gerações mais novas tenham perdido hábitos de leitura. Olhe para o caso do fenómeno “Harry Potter”, milhões de miúdos em todo o mundo ficaram loucos com os livros. E isso foi porque a J. K. Rowling escreveu livros fantásticos, histórias fantásticas. Darmos boas histórias aos miúdos é a única forma de os pormos a ler. Com os adultos passa-se o mesmo. Se os livros são chatos, ninguém vai querer lê-los. Se forem interessantes, vão querer. Eu sei que um tweet tem 140 carateres, não é? E é disso que as pessoas gostam, coisas muito curtas. Mas essa afirmação não é totalmente verdadeira e prova disso são os meus livros. Se um livro é interessante as pessoas não se importam que ele seja grande. Podem demorar um mês ou dois a lê-lo... mas, se estão a gostar do livro, fico feliz. Portanto, não creio que seja verdade que as pessoas leiam menos. O que acho é que muitas crianças têm dificuldades de aprendizagem na leitura. Muitas crianças sofrem de dislexia o que dificulta a leitura. Temos de passar a dar mais atenção a essas crianças porque elas precisam de uma ajuda extra. Fui presidente de uma instituição de caridade, durante uns tempos, chamada Dislexia Action, que ajudava as crianças. As pessoas que leem pouco são, muitas vezes, pessoas que nunca aprenderam a ler convenientemente. E é um grande azar sofrer de dislexia porque a leitura vai ser mais difícil, muito mais, uma criança com dislexia tem de trabalhar mais do que as outras. Mas um disléxico pode aprender a ler e até pode vir a ler com facilidade e ganhar prazer na leitura. É por isso que acho que temos de prestar mais atenção e gastar mais dinheiro na educação das crianças que têm dificuldades em aprender a ler. Eu não era assim. Para mim... Eu era um desses miúdos que achavam que ler era muito fácil, aprendi a ler antes de entrar para a escola. Mas muitos miúdos têm dificuldades na leitura e não é por serem menos inteligentes... É porque... eles acham tão difícil ler como eu acho difícil desenhar um cavalo, por exemplo. Se me disser “Ou desenha um cavalo ou mato-o”, eu respondo: “Mate-me, já!”. Nunca serei capaz de desenhar um cavalo. Por isso, temos mesmo de dar mais atenção aos que se esforçam por aprender a ler. Fora este fator, não acredito que as pessoas tenham deixado de ler. Muitos jovens leem os meus livros e recebo e-mails e tweets e mensagens no Facebook onde me dizem “Adorei o seu livro”.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

A biblioteca digital e a sua gestão


Dinamizei, hoje, nas VII Jornadas da Rede de Bibliotecas da Maia a oficina "A biblioteca digital e a sua gestão".